Anexo II – GTO

Sobre o projeto de Duplicação da BR040 que o grupo BR3 está executando, podemos observar a utilização de técnicas avançadas de engenharias tanto na construção civil quanto na engenharia viária. O processo de construção da rodovia conta com novas tecnologias de construção voltadas à qualidade, segurança, preservação do meio ambiente, maior acessibilidade, modernas arquiteturas (obras de artes) e melhor escoamento pluvial nas pistas de rolamento. Através da otimização dos processos de gestão das empresas executantes da obra e também das empresas fiscalizadoras, constatamos uma elevação no nível de qualidade e expectativa geral pretendida para o projeto como um todo.

 A obra foi projetada e planejada para atender a uma demanda crescente de tráfego na região, haja vista o esgotamento viário provocado pelo setor agrícola e pelo pólo siderúrgico local. A criação de duas novas pistas além de ajudar no escoamento logístico, permitirá o aquecimento da economia local gerando oportunidades de crescimento e novos negócios.

 O projeto visa também à melhoria da região como um todo, o desenvolvimento trazido pela obra está mudando e mudará com certeza os hábitos, percepções, expectativas e até mesmo a cultura das pessoas que passam ou que moram próximas à rodovia. As mudanças vão da sensação de segurança em transitar por uma rodovia mais segura e melhor sinalizada até no desejo do empresário que agora poderá produzir mais, pois é possível transportar mais com menos riscos de não chegar ao destino em tempo hábil.

 As mudanças afetam todo o fluxo de veículos, caminhões, ônibus, empresas comerciais, restaurantes, postos de combustíveis e etc. Praticamente todas as classes sociais estarão envolvidas e sentirão de perto as mudanças provocadas pela duplicação.

 A duplicação da pista de rolamento da Rod. BR-040 entre as cidades de Sete Lagoas e Curvelo – MG, aumentando de duas para quatro pistas, facilita o tráfego e o escoamento da produção agrícola, já que a capacidade atual da BR-040 neste trecho já está praticamente esgotada, irá beneficiar cerca de 160 cidades do Oeste, Centro, Noroeste, Norte e Nordeste de Minas Gerais, reduzindo os congestionamentos, além de proporcionar a melhoria da logística e, por conseqüência, o crescimento da economia do estado. Este projeto busca expandir a infra-estrutura viária para promover o desenvolvimento econômico e industrial, reduzindo os índices de acidentes na rodovia e proporcionando maior segurança aos motoristas e passageiros que utilizam a mesma. 

 Oportunidades:

  •  Melhoramento da logística regional;
  • Aumento da capacidade de circulação viária;
  • Redução dos índices de acidentes;
  • Geração de renda para o setor público e privado.

 Ameaças:

  •  Impactos ambientais;
  • Ações jurídicas em virtude das desapropriações;
  • Impactos negativos da futura privatização;
  • Impactos econômicos em Cidades em que a rodovia passava.

 MUDANÇAS RELACIONADAS À EXECUÇÃO DO PROJETO

 Pontos Positivos

  • Aquecimento da economia da região;
  • Possibilidades de novos investimentos na região
  • Melhor fluxo logístico;
  • Benefícios para as empresas e comércios locais;
  • Maior segurança e conforto para os usuários da rodovia;
  • Melhoria no traçado da antiga pista proporcionando correções em locais considerados perigosos;
  • Melhor percepção dos usuários em relação a BR e a região;
  • Visual mais moderno, remetendo ao desenvolvimento;
  • Melhor acesso às cidades envolvidas no projeto;
  • Aumento efetivo populacional devido ao alojamento dos empregados das construtoras.

 Pontos Negativos

  • Deslocamento das populações próximas a estrada (desapropriações);
  • Desmatamento das áreas de serrado nativo para construção da nova pista;
  • Alterações na paisagem local (impactos ambientais);
  • Alteração no cotidiano das populações envolvidas;
  • Riscos de acidentes causados pela obra;
  • Danos no asfalto devido à alteração do tráfego para uma pista só durante as obras;
  • Investimentos não planejados que os empresários precisam fazer para não perder clientes em virtude de alterações no traçado da pista ou mudança de layout no projeto. Ex. mudar o restaurante de lugar, para continuar atendendo aos clientes que antes passavam pelo local.

As forças externas que motivaram a construção e a duplicação da BR-040 foram principalmente; Políticos, Sociais e Econômicos, sem esquecermos a Logística e a Segurança dos usuários da rodovia. Esses foram os maiores motivadores para a realização desse projeto. Ao observarmos a história da rodovia desde seu início percebemos que houve muitas pressões da sociedade, da imprensa e da própria população para que o projeto saísse do papel e trouxesse os beneficios que o Brasil precisava. Uma rodovia que proporcionasse o crescimento econômico do País e melhorasse a rota entre as capitais, encurtando a distância entre Brasilia e São João da Barra no Rio de Janeiro, além disso a construção de estradas e rodovias era um dos maiores desejos e principal idéia de governo do então Presidente do Brasil “Washington Luis, que declarava à Nação que “Governar é abrir estradas”.

Políticas:

Podemos considerar que o fator Político foi fundamental para concretização da duplicação da Rodovia neste trecho, com a participação do Governo Federal (PAC), foi possível incluir a obra no planejamento do PAC e com isso fortalecer as bases partidárias do Governo atual.

 Sociais:

 As obras de Duplicação de BR-040, entre Sete Lagoas e Curvelo, favorecem os diversos interesses da sociedade, como, habitantes das cidades próximas, comunidades rurais, comerciantes, dentre outros, facilitando o acesso, reduzindo o tempo de viagem, reduzindo os índices de acidentes.

 Econômicas:

 Os fatores econômicos foram importantes para acelerarem o processo de duplicação da BR-040. Pois, essa obra faz com que a econômia da região seja fortalecida, incentivando os investimentos por parte dos empresários, além de melhorar a rota de tráfego comercial dos produtores rurais e de siderúrgicas locais.

 Apesar do projeto ter muitas vantagens, algumas pessoas consideram o projeto como desnecessário ou até mesmo inviável, por exemplo, as pessoas que moram ou trabalham em locais próximos à rodovia e que por causa da obra terão que sair do local onde já estão vivendo a muito tempo e ceder espaço para que a rodovia possa cumprir o traçado definido no projeto. Estas pessoas terão que ser desapropriadas o que não é tarefa simples e fácil para o DNIT, isso gera muito desconforto para ambos os lados, além de atrasar o andamento da obra, mas é uma etapa necessária ao projeto e que precisa ser feito. Muitas dessa pessoas, não querem sair e por isso acionam a justiça na tentativa de conseguir ficar no local ou ser realocadas para um outro local onde seus comércios e moradias não sejam afetadas, ou até mesmo conseguir uma indenização maior do que a proposta, o que nem sempre surge efeito positivo, pois algumas querem ficar na beira da rodovia onde por lei nem sempre é permitido.

 Apesar de algumas pessoas não concordarem com a obra, o fato é que, a mesma é de suma importância para região, o trecho está comprometido, altos índices de acidentes, muitos congestionamentos, falha na sinalização e etc. A duplicação trará desenvolvimento que poderá ser medido e avaliado através dos próprios usuários da rodovia, da redução dos índices de acidentes, dos empresários que precisam da mesma para transportar seus produtos, com isso o nível de faturamento das empresas irá crescer; e novos negócios surgirão no futuro, com isso o governo de Minas espera obter um crescimento econônico próximo dos 20% nos próximos 12 meses após a liberação total das pistas.

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